
Sentimentos confusos que se conectam com a confusão de minha mente
O chão se dissipa e tudo perde sua beleza...
Esperando que o chão volte
Estou caindo...
Sozinho nas trevas...
Lagrimas caindo como se fosse o contorcer da alma
Preciso acalmar meu interior
A indiferença se tornou minha companheira mais intima
E me protege de me expor
Sobre o que tenho me tornado...
Estou caindo...
Mas não sei se esse abismo
Tem fim... Diga-me você “o nada”...
A onde estou indo?
“O nada” é a única companhia
Que não me desampara...
Que me ajuda a pensar...
Com a sensação da queda
Eu me seguro onde posso
Mas, eu estou aqui...
Restrito...
O chão se dissipa e tudo perde sua beleza...
Esperando que o chão volte
Estou caindo...
Sozinho nas trevas...
Lagrimas caindo como se fosse o contorcer da alma
Preciso acalmar meu interior
A indiferença se tornou minha companheira mais intima
E me protege de me expor
Sobre o que tenho me tornado...
Estou caindo...
Mas não sei se esse abismo
Tem fim... Diga-me você “o nada”...
A onde estou indo?
“O nada” é a única companhia
Que não me desampara...
Que me ajuda a pensar...
Com a sensação da queda
Eu me seguro onde posso
Mas, eu estou aqui...
Restrito...

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